sábado, 19 de novembro de 2011
Bom, agora eu vou escrever sobre Harry Potter. Quando eu nasci (bruxa ou não)
trouxe comigo algo diferente. Na minha imaginação, fadas e doendes sempre tiveram
seus lugares guardados de uma forma especial. Se faziam presentes em castelos
habitados por princesas indefesas esperando seus príncipes a salvarem em seus
lindos cavalos brancos. Nas florestas, era possível encontrar todo o tipo de
criatura encantada. Todo esse cenário fazia sentido pra mim. Ao passo que um filme
novo me chamou a atenção no cinema, fui em busca de sua origem, em um livro chamado
“Harry Potter e a Pedra Filosofal.” Desse 1° capítulo em diante, vocês podem
imaginar o que aconteceu. Isso mesmo, comprei uma passegem só de ida pro mundo
criado por J.K. Rowling. O livros eram devorados por mim com a vontade de alguém
que espera ansiosamente o dia em que uma coruja te entregará a carta de Hogwarts.
Os filmes vinham na sequência, para tornar real cada detalhe imaginado tão
intimamente. Ser rotulada de “viciada”, quando na verdade, o que eu estava fazendo
era apenas contar as emoções vividas em um novo mundo que tinha me acolhido.
Brincadeiras, ideias, teorias e estudo. Sim, muito estudo. Porque cada livro foi
lido pelo menos 3 vezes, sempre com um olhar diferente e um ponto de vista nunca
percebido antes. Quem de nós nunca tentou realizar um feitiço? Ou pedir um sinal,
qualquer um, para ter a certeza de que tudo é real. Mas sabemos que é. E hoje foi
uma data extremamente importante pra mim. O final de uma fase, mas não de uma
paixão. Se eu chorei? Claro! Lágrimas descontroladas e literalmente todo um filme
passando diante de meus olhos, com as cenas que acompanhei toda a minha infância e
adolescência. Só consigo chegar a uma conclusão: Harry Potter sempre fará parte da
minha vida. Assim como os seus ensinamentos e inspirações trazidas, me fazendo ter
forças para acreditar que vale a pena sonhar e acreditar fielmente nos seus sonhos.
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