
I S2 SP
Esse final de semana, dias 15 e 16, rolou a Virada Cultural 2010 em São Paulo.
Contarei minhas experiências do domingo (16).
Meu principal objetivo era o show da Pitty, que aconteceria às 9h30 na Av. São João.
Pois bem, e eu realmente fui.
Na companhia de meus primos, eu era mais uma no meio daquela multidão, (que como disse a Pitty) ou foram, ou ficaram.
A cidade já estava de ressaca do sábado, mas resistia bravamente aos milhares de pés que ainda a desvendavam.
No palco do Rock, pude curtir o tão esperado show da Pitty, que foi incrível, e também o do Raimundos.
No intervalo dessas "principais" atrações, muita coisa sobrenatural e alternativa acontecia nas ruas do centro.
• Tatuadores realizando o trabalho num espaço de vidro, para que todos acompanhassem o processo.
• Pessoas semi nuas coloridas, cada uma pintada totalmente de uma cor, formando um árco-iris por onde passavam.
• Trapézios elevados por um guidaste, onde artistas faziam manobras circenses.
• Numa galeria, apresentações de suspensão. Através de ganchos fixados na pele, pessoas eram suspensas no ar, deixando a mostra muita coragem e sangue.
• Índios pelas esquinas, com suas músicas tradicionais.
• Uma incrível banda que eu descobri, Destrambelhados, de São Luis do Paraitinga.
• Insetos gigantes passando logo acima das nossas cabeças.
Essas atrações são as que eu lembro, e que eu tive a oportunidade de presenciar no centro de SP, sendo que ao todo, foram mais de 1000.
Entre tudo isso, não posso deixar de comentar a parte chata.
A cidade estava uma imundisse, de tudo o que você possa imaginar (e o que não pode também).
Muitas pessoas passando mal, e a beira de um coma alcoólico.
E por aí vai ...
Voltando para a parte legal, não presenciei nenhuma briga, cada um ficou na sua.
Policiais estavam espalhados por cada pedacinho da cidade, atentos para qualquer problema.
Enfim,
Fiquei muito feliz de poder fazer parte de algumas horas, das 24 da Virada.
Pude conhecer coisas novas, muitas independentes, que tiveram a oportunidade de mostrar seu trabalho, nesse final de semana que movimentou milhares de pessoas à favor da Cultura.
Esse final de semana, dias 15 e 16, rolou a Virada Cultural 2010 em São Paulo.
Contarei minhas experiências do domingo (16).
Meu principal objetivo era o show da Pitty, que aconteceria às 9h30 na Av. São João.
Pois bem, e eu realmente fui.
Na companhia de meus primos, eu era mais uma no meio daquela multidão, (que como disse a Pitty) ou foram, ou ficaram.
A cidade já estava de ressaca do sábado, mas resistia bravamente aos milhares de pés que ainda a desvendavam.
No palco do Rock, pude curtir o tão esperado show da Pitty, que foi incrível, e também o do Raimundos.
No intervalo dessas "principais" atrações, muita coisa sobrenatural e alternativa acontecia nas ruas do centro.
• Tatuadores realizando o trabalho num espaço de vidro, para que todos acompanhassem o processo.
• Pessoas semi nuas coloridas, cada uma pintada totalmente de uma cor, formando um árco-iris por onde passavam.
• Trapézios elevados por um guidaste, onde artistas faziam manobras circenses.
• Numa galeria, apresentações de suspensão. Através de ganchos fixados na pele, pessoas eram suspensas no ar, deixando a mostra muita coragem e sangue.
• Índios pelas esquinas, com suas músicas tradicionais.
• Uma incrível banda que eu descobri, Destrambelhados, de São Luis do Paraitinga.
• Insetos gigantes passando logo acima das nossas cabeças.
Essas atrações são as que eu lembro, e que eu tive a oportunidade de presenciar no centro de SP, sendo que ao todo, foram mais de 1000.
Entre tudo isso, não posso deixar de comentar a parte chata.
A cidade estava uma imundisse, de tudo o que você possa imaginar (e o que não pode também).
Muitas pessoas passando mal, e a beira de um coma alcoólico.
E por aí vai ...
Voltando para a parte legal, não presenciei nenhuma briga, cada um ficou na sua.
Policiais estavam espalhados por cada pedacinho da cidade, atentos para qualquer problema.
Enfim,
Fiquei muito feliz de poder fazer parte de algumas horas, das 24 da Virada.
Pude conhecer coisas novas, muitas independentes, que tiveram a oportunidade de mostrar seu trabalho, nesse final de semana que movimentou milhares de pessoas à favor da Cultura.
não sobreviveria.



