Porque eu simplesmente não consigo fechar a janela que de alguma forma ainda nos conecta.
E me acho ridícula e chata por não conseguir deixar isso trancado dentro de mim.
É impossível.
Não entendo o porque disso tudo até hoje.
Não parece o normal, o tradicional.
Mas tenho certeza da direção.
Um dia terei um sentimento parecido?
Pode ser que sim, mas nunca será totalmente igual, porque é único.
Acho que sou só mais uma entre muitos que comigo se parecem.
Tenho raiva disso.
Eu estou aqui, tente ver mais vezes.
Mas não vai adiantar, porque é como um poço sem fundo.
Nunca será o suficiente.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Naquela noite, quase sem luar, a nostalgia era diferente.
Todas as vezes em que eu paro para pensar, olho para um lado, para o outro.
E se para o meio eu quiser ir?
Palavras se juntam formando a minha resposta.
Naquela noite, quase não amanheceu.
Sobre a montanha, o sol se recusava a levantar.
Não é tão simples quanto parece ser, voar no caminho das linhas tortas, esperando que elas certo te escrevam.
É chato não saber se você está fazendo diferença na vida de alguém.
E existe ainda um outro alguém que não chega nunca na sua vida.
Parece confuso quando o sentimento não acompanha a voz e também um tanto dramático, dependendo do contexto.
Mas não seja hipócrita ao ponto de dizer que nunca pensou assim ao menos uma vez na vida.
Escrevo para me libertar de todas as confusões internas e incompreensíveis que em mim se agarram e, depois, quando cansam, vão embora.
Eu gostaria de ter a confirmação de que a loucura ainda não cruzou o meu caminho ou, em último caso, que essa seja mais uma virtude dos poetas, que, dessa forma, justificam aquele tal estranho sentimento que só se completa com um toque de insanidade.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
De repente
Às vezes, é melhor ficar muda e dar ouvidos à sabedoria.
Situações que param nosso mundo e nos fazem pensar.
Pessoas que me inspiram sem saber.
Mas, com certeza, fazem o meu mundo melhor ficar.
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